sábado, 23 de abril de 2016

Nova Parceria: Philippe Alencar




Oi Meus Amores,
Que saudade de fazer um post apresentando parceria nova. Essa saudade promete ser cumprida pois esse é o primeiro de dois posts. Vamos conhecer o mais novo parceiro?




Philippe Alencar é natural de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, tem 26 anos e vem escrevendo histórias desde a adolescência. O Mestre das Cordas foi adaptado de uma campanha de RPG que se estendeu de 2011 a 2014 e é o primeiro livro publicado pelo autor, mas Philippe já participou de antologias e tem contos à venda na Amazon. O processo de transformação da trama de RPG em romance ocorreu entre 2014 e 2015, enquanto o autor realizava intercâmbio na Irlanda. Lá, além de dedicar-se à escrita, estudou no Ibat College e atuou como tradutor de textos em uma rádio local.




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Sua Obra:

As terras de Arkandur formam o último continente; o único lugar onde a humanidade perseverou e vive em paz com os sábios conhecidos como magos. No entanto, tudo muda quando rituais necromânticos começam a espalhar caos e horror em todos os três reinos, fazendo com que os magos sejam temidos ao invés de admirados. Os reis, receosos e pressionados por seus pequenos conselhos, decidem assinar a lei que proíbe permanentemente a prática de magia. Os magos são caçados não somente pelas tropas reais, mas também pela sombria cavalaria da Justiça Armada Noturna, cujas espadas são tão gélidas quanto suas almas.
Mas, dentre os poucos sobreviventes, surge Barton: um bardo capaz de tornar os sons do mundo em sua fonte de magia. Submerso em melancolia após presenciar o assassinato de sua esposa pelas garras dos cavaleiros negros, o bardo vê um novo destino à sua frente quando um velho amigo o recruta para uma perigosa jornada, e juntos partem em busca da verdade por trás da sombra nefasta que devora o mundo. Atendendo ao chamado, o músico compreende a vida como uma melodia, cabendo a ele regê-la. Porém, muitas surpresas estão guardadas ao longo das escalas musicais que ele terá de desvendar para reencontrar a si mesmo, onde cada nota poderá surgir como um aliado... ou um algoz.
Uma canção em que deuses e demônios ditam as regras, e humanos e magos clamam para si o direito de reescrevê-las.



Por: Carol Cadiz


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